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A arte de driblar destinos
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Segundo romance do matemático Celso Costa, este livro vencedor do prêmio Leya 2022 faz jus à máxima atribuída a Liev Tolstói: “canta a tua aldeia e cantarás o mundo”. Ao narrar a história de um garoto no interior rural do Paraná nos anos 1960, Costa borra as fronteiras entre autobiografia e crônica para dar origem a um grande romance de formação, que é também uma história do Brasil.
Nele, nos deparamos com a luta cotidiana de uma família para driblar o futuro pré-determinado pela pobreza. Enquanto o pai, perdulário, se esforça para dar à família um pouco de dignidade, a mãe investe na educação do filho como força motriz para escapar do destino.
Entrelaçando histórias autobiográficas com “causos” do interior do país, Costa retrata um Brasil violento e patriarcal, no qual o trabalho infantil é uma realidade incontornável e o “mérito é a arte do impossível”, nas palavras de Paulliny Tort, que assina a orelha do livro. Mas o romance de Costa não se limita a retratar um drama nacional já conhecido. Ainda segundo Tort, “feito de um mosaico de memórias, [A arte de driblar destinos] tem um quê de álbum de fotografias, de conversa ao pé do fogo, capaz de envolver até o leitor mais desatento e causar uma impressão permanente”.
Ao descrever as touradas de sua infância e outros costumes de sua terra, o escritor paranaense expande a tradição popular e recorda-nos que não é apenas possível, mas fundamental, conhecer melhor o Brasil e suas histórias.
Páginas | 288 |
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Data de publicação | 29/02/2024 |
Formato | 20 x 13.5 x 2 |
Largura | 13.5 |
Comprimento | 20 |
Acabamento | Brochura |
Lombada | 2 |
Altura | 2 |
Tipo | pbook |
Número da edição | 1 |
Classificações BISAC | FIC041000; BIO026000; FIC008000; FIC019000; FIC043000; FIC045000; FIC051000; FIC066000; FIC069000; FIC130000 |
Classificações THEMA | DNB; DNC; FBA; FC; FS; FT; FXD; FXE; FXL; FXM; FXN; FXP; FXR; FXS; FXT |
Idioma | por |
Peso | 0.34 |